segunda-feira, 3 de outubro de 2016

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E EMPREGABILIDADE


No âmbito profissional nem sempre as pessoas com maior Quociente de Inteligência Prática são as mais competentes para exercerem determinadas funções. Pessoas com alto índice de Inteligência Emocional são as que passam confiança e tranquilidade no ambiente de trabalho, são pessoas mais felizes e mais motivadas. Por isto transmitem maior segurança e motivação a todos que convivem com ela. E isso tem uma influência muito grande na empregabilidade, principalmente em momentos de baixa oferta de vagas, quando as empresas exigem maior qualificação dos candidatos. E hoje, sem sombra de dúvida, podemos dizer que como maior qualificação não implica apenas qualificação técnica ou experiência, mas principalmente as competências comportamentais e emocionais.
A inteligência emocional é o que capacita o ser humano a lidar com suas emoções, adequar-se às situações e criar relações interpessoais mais saudáveis. Há pouco tempo atrás, as organizações avaliavam seus funcionários buscando principalmente descobrir suas competências técnicas e a sua Inteligência Prática. Eram os critérios  que serviam de base para contratações, promoções e dispensas. Na atualidade, estes critérios estão superados e os comportamentos relacionados à inteligência emocional são os grandes responsáveis pelo sucesso e o desempenho superior dos profissionais, como também tem sido fator relevante na hora da contratação.
A inteligência emocional é responsável pela forma como atuamos e como reagimos diante das diversas situações. Se encontramos formas equilibradas no enfrentamento das adversidades e dos desafios ou se agimos de forma descontrolada, impulsiva ou inconsequente, o nível de desenvolvimento da nossa Inteligência Emocional é que vai ter grande influência, ou mesmo determinar essas nossas ações.
A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, aprendida, praticada, quando buscamos aprender à cada momento, à cada situação, à cada problema enfrentado; se estamos abertos para o crescimento pessoal, partindo sempre do autoconhecimento, fazendo autoanálise, encontrando razões para os sentimentos, que são as fontes geradoras dos comportamentos.
De acordo com especialistas comportamentais e com profissionais experientes na gestão e na liderança de pessoas, as competências comportamentais dizem respeito, principalmente à inteligência emocional, que fornece o equilíbrio necessário para o enfrentamento das diversas situações e adversidades enfrentadas no cotidiano, que sejam no âmbito pessoal, que sejam no âmbito profissional.
Portanto, certifique-se de estar constantemente desenvolvendo sua inteligência emocional, pois ela será um dos pilares que impulsionará sua carreira profissional e que fará toda a diferença na hora de buscar uma colocação no mercado de trabalho.
Desenvolver a inteligência emocional implica em aprender a conhecer as próprias emoções, para assim poder gerenciá-las, aprendendo a ter atitudes mais equilibradas e mais assertivas diante dos desafios e adversidades, e, principalmente, diante da relação com o outro.

Avalie sua Inteligência Emocional respondendo a um rápido questionário (15 questões), selecionando as afirmações que mais se aproximem de sua experiência real. (Clique aqui)
Veja mais sobre esse assunto em vários artigos que tratam do tema ou de temas semelhantes:

A competência emocional como diferencial na carreira
A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL HUMANO E SEUS REFLEXOS EM UMA ORGANIZAÇÃO

 

Um abraço a até a próxima publicação.

Gilson Tavares

Psicanalista Clínico e Organizacional

Especialista em Gestão de Pessoas

Professor Universitário


 




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